O caminho do petróleo à gasolina

gasolina é fruto de um trabalho que começa há mais de 5 mil metros de profundidade do oceano, onde é conseguido o petróleo, matéria-prima do combustível. O petróleo é um óleo de origem fóssil que leva milhões de anos para ser formado.

Ela está presente nas rochas sedimentares e é captado por perfuração. Este procedimento demanda muito investimento e é feito em todos os campos de petróleo.

Nos campos já em produção, o petróleo é extraído, separado nas plataformas e transportado aos terminais localizados em diversos pontos no litoral do Brasil. De lá, ele segue para uma refinaria onde passa por 3 fases de refino: separação, conversão e tratamento.

Na separação, o petróleo é submetido a altas temperaturas até evaporar. Mais tarde ele resfria e volta ao estado líquido, em diferentes níveis, dentro da torre de destilação. Em cada nível, há um recipiente que coleta subprodutos como o Diesel, Querosene e a Gasolina.

As moléculas mais pesadas do petróleo vão para a conversão, transformadas em partes menores e convertidas em subprodutos, incluindo a gasolina, aumentando o aproveitamento da matéria-prima.

Na fase final é feito a retirada de boa parte enxofre do combustível, resultando em uma gasolina com ultra baixo teor de enxofre, também conhecida como tipo A. Ela sai das refinarias sem nenhum aditivo, direto para as distribuidoras do país. Nelas, por lei, a gasolina recebe a adição de etanol anidro. Isso ajuda a aumentar a octanagem do combustível e reduz a emissão de poluentes na atmosfera. Temos a gasolina comum que chega aos postos de abastecimento.

Essa é a jornada da gasolina e para que ela chegue com a qualidade no seu veículo é necessário atenção especial aos programas de garantia dos postos de combustíveis. Isso atesta que trata-se de gasolina aprovada pela Petrobras.

 

Fonte: Petrobras

 

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